quarta-feira, agosto 27, 2008

Seguranças/Inseguranças

Vivo num país em que o governo e os governantes, e demais mandantes, se comportam com tiques monárquicos. O ideal para o nosso primeiro é ser como um rei rodeado de servidores e de súbitos agradeçidos. Os restantes, os que olham incrédulos a boçalidade e convencimento deste(s) rei(s) que vai(vão) nu(s), que se lixem.

Assim o chefe de todas as polícias além de escolhido pelo primeiro, só vai responder perante este. Estamos mais seguros? Parece a segurança dos tempos da outra senhora. Ah bastardos salazarentos...

Entretanto, os restantes pilares desta democracia tão nova e tão caquética são o parlamento dominado pela maioria calada e serviçal e um presidente que não gosta de conflitos, que bom para tosdos nós. E a (in)justiça tem todo o tempo preciso para todos nós nos esquecermos ou morrermos, nos entretantos ... Vamos passar a andar ainda mais direitinhos e empertigados como se fôssemos senhores, já que ninguém realmente gosta de se ver confundido com o povinho.



Entretanto o zé vai fazendo manguitos, mas o barril está mais e mais espartilhado, com mais e mais tachas e leis, muitas leis e mal escritas para confundir a malta. E o primeiro, que agora se percebe como conseguiu vender tantos cobertores e acolchoados nas feiras, perdão, no partido, por esse país fora, tem o futuro tenológico garantido. Já não vai ficar limitado à engenhairia das retretes. As criancinhas deste país não irão esquecer tão grande benfeitor, que com os impostos dos pais faz um negócio da China com as impresas tenológicas, distribuindo pczinhos (para quê?? alguém espera saber como vão sendo utilizadas estas manicas nas escolas, por profs e alunos?), exportando o Magalhães por esse mundo. Olé!! Oh senhores, isto é que vai um desassocego na minh'alma. inté.

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